PICSI (Seleção de espermatozóides funcionais)

É uma técnica laboratorial que auxilia na seleção dos melhores espermatozóides a serem injetados nos óvulos.

Os espermatozóides são colocados em uma placa laboratorial com uma substância chamada hialuronidase. Essa substância atrai os espermatozóides de melhor qualidade, maduros, com DNA normal, íntegro que serão isolados e encaminhados para microinjeção.

Este se estende até o início da menopausa, que normalmente ocorre em torno dos 45 anos de idade. Contudo, é importante dizer que a partir dos 35 anos a mulher já apresenta uma queda significativa na quantidade e qualidade dos óvulos, refletindo em uma menor taxa de fertilidade.

Esse procedimento mimetiza o que ocorre naturalmente nas tubas em um processo natural de fertilização selecionando os melhores espermatozoides, com menor fragmentação do DNA e chances menores de aneuploidias.

No entanto, o que temos é um estudo contundente que comprovou uma taxa de nascidos vivos similar entre as duas técnicas (PICSI e ICSI). 

A técnica de PCSI é indicada, principalmente nas falhas em ciclos de fertilização no tratamento com a utilização da FIV com ICSI, alta fragmentação no DNA espermático e se a maioria presente no sêmen analisado apresentar alterações na morfologia.

A técnica é ainda indicada quando há poucos óvulos maduros, visando aumentar a taxa de fecundação mediante uma melhor seleção dos espermatozoides, ou para pacientes com histórico de aborto e falha na implantação.

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